De tanto pecar, e aos tropeços, aprendi a olhar pra dentro. Aprendi a observar, ficar quieto, quase sem respirar, ouvindo, ouvindo. Só ali, aguardando. O quê? A vida! Enorme, tão grande que às vezes não se reconhece. Fico ali, bebendo as palavras, os sons, o que dizem tais olhos, as mãos de uns e de outros. Manso… Até parece.